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sábado, 23 de outubro de 2010

Bem-estar animal: liberdades e ironias


Dentro de algumas pesquisas sobre um trabalho que estou a fazer neste último e GLORIOSO ano de faculdade encontrei algo louco. Sim. Fiquei perplexo e chocado com a idéia que me parecia até utopista, demagoga ou, melhor, PARA FAZER BOI DORMIR e GALINHA CHORAR. Estranho. O tal do Bem estar animal. Já ouviu falar?????

Na minha cabecinha fiquei imaginando os caboclos brazucas tratando de bois Nelore como os Wagyu (Wa quer dizer "japonês" e Gyu quer dizer "gado"). O boi Wagyu, ou o POP Bife de Kobe é o seguinte: ou é a coqueluche dos açougues; ou é a sina dos loucos por modismos carérrimos; ou então é a esperança de curiosos gastronômicos frustrados que não conseguiram se tornar modistas [gastronômicos] ricos.
É, atualmente, o quilo de carne mais caro no mercado. Algo como uns bons mil reais o quilo. Sanduba custa uns 300tão; pechincha de bar, não?! Voltando... a idéia do gado Wagyu é a sua criação, mimação, exagero, bajulação, ironia carnal, literalmente. No extremo dos criadores o animal é massageado, escuta música clássica, tem mantas térmicas, recebe sessões de acupuntura e tratos inimagináveis até para nós homo sapiens sapiens sapiens sapiens [vai saber em que sapiens já chegamos, tudo está tão rápido - tem alguém encurtando o tempo por aí].
Depois de todo esse trato nervoso no gado a idéia e levar gordura saborosa ao interior da carne; gordura entremeada = carne marmorizada, porque naturalmente parece um pedaço de mármore.
Olha aí embaixo!!! =)))

Bom, toda essa lorota de Kobe é para falar do tal BEM-ESTAR ANIMAL.
O que nada mais é do que tratar o animal com respeito, sendo bem direto e pouco cientificamente conceitual, se me permitem!
O Farm Animal Welfare Council coloca um par de regras que devem ser respeitadas para que seja medida quantificadamente o Bem-estar do bichão.
Não precisa, necessariamente, ser um boi.
Pode ser uma galinha-de-angola, um avestruz, uma iena [se você for comê-la e tiver uma autorização para criar ienas e vendê-las... no Brasil, putz...ahahahahaha]...
A idéia é seguir as 5 LIBERDADES!!! TARAN TARAN TARAN!!! Soem as trombetas, parece coisa de Revolução Francesa, Maluca Beleza ou da Moleza, vai saber.
Vamos às Liberdades [com L maiúsculo] que dizem que os animais devem estar:
1 livres de fome e sede, ou seja, água e comida [da boa] acessíveis
2 livres de desconfortos, ou seja, um bom lugarzinho pra dormir e
descansar e nada de temperaturas extremas, viu?!
3 livres de dor, ferimentos ou doenças, ou seja, preciso explicar?????
4 livres para expressar comportamento natural, ou seja, algo como liberdade de expressão para nós humanos repressores de animais
5 livres de medos e angústias, ou seja, tá eu concordo com tudo mas ANGÚSTIA????? E na hora do abate, o que é que se faz? O que é que se diz ao pobre animal?
algo como:
-Olha, a gente manteve as 4 primeiras liberdades numa boa, ok?. Tá tudo nos conformes, mas agora tu tá lascado!!
A gente tem que matar você pra vender prum frigorífico no Mato Grosso aí depois você vai ser partido em mil pedacinhos que serão vendidos a preços diferentes e em lugares diferentes, tá?

Putz, é foda. Eu sou a favor do Bem-estar animal, mas LIVRE DE ANGÚSTIA???? Falta algum parâmetro ou regra do tipo MOMEMTUM PRÉ-MORTIS ou algo assim.
Ou então contrata tipo um Cesar Millan (o encantador de cães) para acalmar o espírito angustiado duma galinha...
Ironia? Vale contestar a idéia.

ps: não sou vegetariano. defendo o bom trato e respeito aos animais, ou até a 4ª Liberdade.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Estômagos fracos!!!

Eu, um curitiboca de marca, agora já um pé vermelho de pé e alma, passei um tempo de minha vida na Itália e foi lá que uma amiga, já sabendo de meus altos interesses gastronômicos, me deu de presente um livro que levava o título de “A ciência na cozinha e a arte de comer bem”, por Pellegrino Artusi. Se eu não estivesse por lá naquela época acredito que eu não poderia ter conhecido tal personagem... Pellegrino Artusi e o livro mais famoso sobre cozinha italiana. Quem diria!

Na hora que segurei o livro nas mãos, observei aquela capa em tons de amarelo com escrituras antigas, e caracteres que me lembravam muito um livro antigo de historinhas infantis que vovó lia antes de dormis, meus olhos se fixaram na seguinte frase que se destacava entre pequeninas flores negras desenhadas, que aparentemente não tinham nenhum sentido. E não tinham mesmo. A frese era a seguinte: “790 receitas e em apêndice: A cozinha para os estômagos fracos”. Todas estes 790 receitas vêm acompanhadas de anedotas locais e reflexões, que tinham a ver com algum ingrediente presente no prato.

Meu coração bateu forte e a curiosidade me deixou ligado para saber do que se trataria este livro dedicado às famílias e aos estômagos fracos! Finalmente alguém resolveu ser honesto com o público e consigo mesmo admitindo que o comer, ou o ato de preparar uma refeição não é uma simples seqüência pré-programada de atos mecânicos, tipo siga as flechas e chegue lá; ou conte até 10, espere meia-hora e estará pronta a refeição. Nada disso!

‘Gastro’, do grego antigo significa estômago, e ‘nomia’, lei, conhecimento. Portanto se refere, ao meu ver, a todo uso de recurso social, econômico, cultural e ambiental para a criação e desenvolvimento de um acontecimento; de uma dança que envolve precisão, vestes ad hoc, música, harmonia e tudo voltado não só ao nutrir-se, mas sim voltado também para levar o prazer, as sensações, as memórias e vontades e angústias em cada simples porção de alimento levado à boca.

Pellegrino Artusi, nascido em 1820 em uma pequena cidadezinha chamada Forlimpopoli, região central da Itália, foi um dos primeiros estudiosos da história a escrever o que eu acredito ter sido um tratado gastronômico, que teve a sua primeira edição publicada por volta de 1881. Foi a primeira vez que alguém valorizou uma tradição gastronômica nacional e local.

Tudo isso acontecendo no velho continente, e Londrina seguia com florestas povoadas de vez em quando por poucas fazendas de extração. Também na mesma época em que os altos perobais tomavam conta dessa terra vermelha e os tropeiros, para sobreviver, comiam derivados do milho, feijão e toucinho.

Neste livro, que ganhei de minha amiga, logo ao inicio o autor me causou uma reação completamente inesperada e completamente decepcionante! Ele diz: “duas são as funções principais da vida: a nutrição e a propagação da espécie”.

Onde está toda a aquela dança que envolve precisão ou o uso de recursos sócio-economicos-culturais? Aquilo para mim parecia um pesadelo! Balela pura!

Era como se eu fosse novamente uma criancinha e meus pais me presenteassem com uma caixa ENOOOORME com um laço vermelho e ao abri-la me deparasse com um esquálido pulôver branco de lã. Qualquer criança normal esperaria um brinquedo novo!

Segurei todo aquele nervosismo e pensei “Calma! Calma! Ainda estou na página 11”. Comecei a ler o livro e não demorou a apaixonar-me pelas doces e sabias palavras de Artusi dizendo que o homem sente a vivíssima necessidade de satisfazer-se, a qual vem sempre acompanhada do prazer. Este mesmo prazer da conservação se faz no sentido do gosto e aquele da reprodução no sentido do tato. Então, se o homem não gostasse de comida e não provasse estímulos sexuais, o gênero humano acabaria por extinguir-se muito em breve.

Depois disso, Pellegrino desenvolve uma longa linha de raciocínio que explica porque o tato e o gosto, ou mais conhecido como paladar, são os sentidos principais e indispensáveis na vida do individuo e que os outros sentidos: audição, visão e olfato são sentidos que o autor afirma ajudar de alguma forma a complementar o tato e paladar, e assim dar, ironicamente, “sabor a vida”. Somente isto. Eu, pessoalmente, discordo, mas considerando o contexto da época é aceitável.

Mas porque considero este livro um tratado? Bom, primeiro porque ele vai muito além daqueles livros de receitas básicas, ele aborda profundamente e tecnicamente pontos valiosos para cozinheiros, gourmets, gastrônomos, chefs, e aqueles que simplesmente apreciam a boa gastronomia.

Nesse mesmo livro encontrei muito bem explicado e fundamentado científica e historicamente normas de higiene, noções básicas de economia, aulas de bom gosto gastronômico, e até um glossário para aqueles que poderiam não entender algumas das expressões e palavras no livro. É um pouco estranho imaginar que naquele tempo, segunda metade do século 19, alguém teria como objetivo educar e capacitar os leitores interessados no tema, tendo em conta o perrengue que Itália passava. Era apenas o início da industrialização italiana.

Era naquele tempo que o Brasil ainda lutava muito para começar a se industrializar e começava a instalar grandes fazendas de café, e lá estava Artusi a divagar e a contestar paradigmas. Me impressionei!

Nas páginas em que ele nos dá noções de higiene Pellegrino cita uma frase que o Imperador Tibério dizia, “o homem, na idade de 35 anos, não deveria precisar de médico”. A única justificativa que encontrei para esta máxima é algo que por conta própria chamei de MATURIDADE ALIMENTÍCIA, ou seja, um homem nesta idade deveria já ter um autoconhecimento de seu corpo e uma experiência de vida suficiente para saber o que faz mal e aquilo que faz bem a ele. Claro que devemos desconsiderar a possibilidade de vícios, lesões no corpo, doenças hereditárias, hipocondríacos, apreensivos, nervosos, estressados, muito sensíveis, desocupados, ou seja, vamos todos, mais cedo ou mais tarde, precisar de um médico.

O que me motivou realmente a ler foi aquilo que estava no apêndice do livro “A cozinha para os estômagos fracos”. Imaginei, claro, uma sessão especialmente dedicada às guloseimas, tortas gordas e cheias de açúcar, risotos de palmito, massas completamente bem elaboradas com muita textura, aroma, e muuuiiittta possibilidade de variar em cima daquelas dicas e receitas. Uma parte dedicada somente àquela gente que não resiste a uma tentação. Isso sim seria um apêndice bem aproveitado!

Então foi assim que antes de terminar o livro fui correndo para este bendito apêndice tão esperado. Digamos que este termo apêndice não é muito apropriado para livros de gastronomia. Mas, de qualquer maneira comecei a ler... Percebi que não tinham guloseimas e muito menos massas elaboradas com textura, ou dicas de como se controlar diante de uma tentação, mas sim um estudo, novamente, muito bem elaborado para pessoas que, literalmente, têm dificuldade de digestão.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Giovedì delle cotelette da pazzi!

Aqui escrevo esta noite com um caríssimo amigo e vizinho, companheiro das minhas peripécias gastronômicas.
Eis que uma vez em casa estávamos a fim de criar um jantar gostoso e saudável ao mesmo tempo. Querìamos carne magra saborosa e salada gostosa; combinação perfeita para uma refeição noturna!
O brasileiro não come salada direito, aliás, salada para o brazuca é = alface + tomate + azeite + sal. Male-mal vai um vinagrezinho de maçã de quinta! Triste!
O fato é que uma salada deve sempre anteceder um bom prato! deve criar a expectativa do prazer futuro. Um anseio de quero mais. E é ai que entra o prato secundário, poden
do a salada acompanhá-lo no mesmo prato ou antecedê-lo. A salada assim como a maioria dos pratos é uma ótima condutora do molho com a qual é servida; AÍ É QUE TÁ O PULO DO GATO!
Na maioria das saladas que a gente TENTA comer sente-se um défict de sabor. Nada é homogêneo. É mais ou menos como a distribuição de renda no Brasil: tem muito molho nas camadas de cima e nada de molho embaixo. Triste; de novo!
Salada é uma loucura, quando se sabe temperar é um ABRÁSS PRO PAIÁSS; come-se tudo.
Pois então trate de enfiar as suas mãozinhas pudicas na massa, digo, na salada! Misture! Envolva! Chacoalhe! Esfregue! Bendiga e ame a salada! Assim como a massa, risoto e carnes ela também precisa de afeto e carinho...
A coitada de alfacinha na exubera sabores como uma picanha ao fogo por ter 95% de água; é tipo o chuchu que é o quarto estado da água... rsrsrs
Bom, depois de toda essa embromation vamos ao prato único.

Eis que pegamos meio repolho roxo, cortamos em pedacinhos pequenininhos e os cozinhamos com sal e açúcar para manter e realçar a cor roxa. Reservamos.

Rasgue as alfaces já limpas sem dó nem piedade. RASGUE! DESCONTE A RAIVA DA SEMANA!
Corte delicadamente uma manga bem madura em cubinhos e jogue numa bacia junto com as alfaces. Para o molho, que vai dar o TCHAM! na salada. Misture em proporções quase iguais [aí que está a poesia] tahine, coalhada, mel, mostarda preta, pimenta do reino, sal, azeite, e gergelim preto e branco torrados. Jogue esse molho delicioso na alface com manga e também com o repolho cozido. Misture. Volte a infância e seja feliz! Seja dono do seu nariz! Sem medo de se sujar...

Para a FAMOUSA [com "u"] bisteca de porco aí vai. Eis aqui uma dica importante do meu caro amigo e vizinho: com uma faca totalflex [aquela que tudo faz] trate de raspar a superficie da bisteca para retirar os resquìcios nojentos do pó de osso que se depositam logo após o corte do açougueiro. Esse pó de osso causa indigestão e não é nada que deva valor. É Cáca!
Tempere as bistecas com azeite extra virgem, sal, pimenta do reino e ALECRIM! Aí vai outra dica: se possível compre umas bistecas com uma generosa camada de gordura lateral, pois isso irá trazer a carne mais sabor e maciez, o que é fundamental, já que a carne de porco geralmente é seca e sem gosto. Além do mais essa gordirinha safada, depois de frita, sofrerá uma mutação virando, assim, UMA PURURUCA! [que legal escrever pururuca...pururuca]. Enfim, empane as bistequinhas em farinha de trigo branca e as frite em azeite de oliva bem quente até que ambos os lados estejam dourados! PRONTO!

Como guarnição das bistecas, que
já estarão mui buenas, fizemos uma pira de cogumelos PARIS! Cortamos os cogumelinhos em multiformas. Refogamos na manteiga com alho e cebola roxa e depois FLAMBAMOS COM MUITA CACHAÇA DO VELHO B.! Foi então que acrescentamos água até cobrí-los para que os sabores se fundissem. Dado: o cogumelo é uma esponja; ele suga e solta os sabores dos outros ingredientes, inclusive o dele; a água ajuda muito nisso! Depois que toda a água foi sugada ou evaporada, colocamos os cogumelos sobre a bisteca no prato.

Para os aspargos, valha-me os frescos, devem ser cozidos em água bem quente com mais sal do que açúcar: daí o verde lindo que se consegue. Pronto. Aleluia. Ei-lo. O prato. Lindo! Gostoso, saudável e ducca.

domingo, 3 de outubro de 2010

Amor vazio

Amor vazio

Amor não correspondido

É como pisar e não ter chão

É o não é possível, por mais

Que queria ter tido

É querer um copo cheio

E só ver o fundo assim: vazio


Amor não correspondido

É querer ser triste, e sorrir

É querer rir e só poder pensar

É o não é agora, por mais

Que olhemos pro alto

E não vejamos o céu: vazio


Amor não correspondido

É correr e não sair daqui

De tão perto de mim mesmo

É sair na chuva e não se molhar

É o não vem mais, por mais

Que haja o poder de vir

É fechar os olhos e, ainda,

Ver ao longe horizonte: o vazio


Amor não correspondido

É descer escadas e subir aqui

Bem perto de mim mesmo, assim

É querer pintar o sete e,

Então só ver o dezessete, onze

É o não posso, por mais

Que poderes eu tenha,

Por mais que veja tudo: vazio


Amor não correspondido

É sair de casa e beber um porre

E não ter inibição tamanha, e

Alegria pouca para ir à tona

Para ter a menina linda ali ao lado

Mas das bocas saem coisas: vazias


Amor não correspondido

Vem de fora ou de dentro

Se quiser de dentro virá de fora

Se quiser de fora vira do ao lado

É um tentar sem conseguir

É a vontade de prosseguir: ao vazio.


Amor não correspondido

É benzer com o amor o demo

Que te renderá um terror ímpar

Um sem paz sem fim: sem um fim

É tentar comer e sentir vertigem

É fazer o café e não sentir aroma

É fechar os olhos, imaginar e, então,

Olhar pro lado e ver ao lado: o vazio


O amor não correspondido

Não tem fim

Não tem começo

Nada é

Não tende a nada

Não vive pra nada, e

Não espera nada

Amor não correspondido é assim:

Vazio.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pecuária Sustentável


A maioria dos brasileiros conhece o poder da pecuária brasileira. Somos uma espécie de celeiro, uma espécie de açougue mundial. Somos um dos maiores exportadores de carne e grãos do mundo. O governo federal incentivará com meros 180 bilhões de reais o setor de grãos financiando as safras de 2010 e 2011. Interligada à agricultura brasileira a pecuária bate de frente e se mostra um gigante pela própria natureza, um impávido colosso.

Segundo informações do IBGE, em 2004 o rebanho brazuca chegou as incríveis 190 milhões de cabeças superando o número de habitantes no país, ou seja, temos mais gado no pasto do que gente nas cidades. A pecuária vinha crescendo firme e forte Brasil a fora. Em 2006 e 2007 o país foi o principal fornecedor de carne para União Européia (UE) tomando 65% do mercado.

Esses tempos foram áureos até a fatídica publicação em 2008 do Greenpeace, organização não-governamental ambiental, que mostrou o desmatamento na Amazônia para criação de gado. Esse estudo do Greenpeace estimulou um embargo adotado pela UE que restringe a importação de carne de fontes sem rastreamento e de pastos desmatados na região amazônica. Com isso o Brasil perdeu participação e caiu para 43%.

Não se utilizar de uma gestão socioambientalmente responsável traz conseqüências aos negócios como o ocorrido no Brasil e a União Européia. Segundo dados de novembro de 2009 do site imazon.com, na Amazônia 75% dos desmatamentos eram representados por pastos de gado.

Esses fatos mostram que há vários desafios na pecuária brasileira que podem ser vistos como oportunidades de novos negócios. Tecnologias sustentáveis como atividades vinculadas ao bem-estar animal aumentam o valor de mercado e reposiciona o produto.

Adotar uma nova postura de gestão no campo irá criar a possibilidade de trazer um novo olhar para a agropecuária brasileira. Realizar práticas sustentáveis na gestão de propriedades rurais criará competência para que o Brasil continue sendo um forte ator no mercado mundial de exportação de carnes.